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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Arianrhod


"Arianrhod"

"Arianrhod de aspecto louvável, a madrugada de serenidade."

"Arianrhod, a virgem branca,
Deusa tríplice do amanhecer, da terra
e da fertilidade, na tradição gaulesa.
Senhora do renascimento em Avalon,
associada a constelação Corona Borealis.
Era a mãe de Llew, o Deus Sol de galês e Dylan,
o Deus do Mar. Seu nome literalmente significa
"Roda Prateada" e sua morada nas estrelas,
é conhecida como a espiral da vida."
[As Brumas de Avalon ]


Ela é a guardiã da "roda de prata" que circunda as estrelas, considerada símbolo do tempo e do carma. 

É igualmente deusa da reencarnação, da Lua Cheia dos namorados e a Grande mãe Frutuosa.


Esta deusa é a figura primal de poder e autoridade feminina, considerada a Deusa dos Ancestrais Celtas. 

Vive em um reino estelar, Caer Arianrhod, na constelação Corona Borealis, com suas sacerdotisas e de lá decide o destino dos mortos, carregando-os para a Lua ou para a sua constelação.

É também uma deusa da fertilidade e de tudo que é eterno. 

O espírito de Arianrhod é símbolo de profecia e sonhos. Ela controla a dimensão do tempo.

 O viajante que a seguir deve estar com o coração e a mente aberta para seus ensinamentos. 

Convide-a para ajudar-lhe com dificuldades passadas e para contatar o povo das estrelas.

Na Tradição Avalônica ela corresponde ao elemento Fogo e seu chakra correspondente é o cardíaco. 

Já na tradição celta esta deusa apresenta três aspectos: donzela, mãe e crone, representando os três estágios da vida de uma mulher.

A Arianrhod é atribuído os poderes da coruja, que através de seus olhos vê o subconsciente da alma humana.

 A coruja é um pássaro noturno que simboliza a morte, renovação, sabedoria, a magia da lua e as iniciações.

Magia



"A magia é um caminho desconhecido,
assim como a escuridão da noite.



 E ao mesmo tempo
assustadora, tornando-se um desafio para
renunciarmos aos nossos medos e mergulharmos
neste mundo secreto, que quanto mais se caminha,
mais se descobre o que há por trás da penumbra. 


A Magia é um mundo oculto pelas sombras da noite,
em que só a Sacerdotisa, por si própria, poderá descobrir
o caminho certo, confiando na sua eterna aliada,
a lua, que é a luz da Deusa. 


Uma Sacerdotisa acomodada jamais será sabia,
porque o conhecimento oculto não é recebido e sim procurado. 


O segredo é confiarmos na luz interior que nos guiará
adiante no caminho da procura, que começará neste momento,
nesta noite de iniciação.



 A hora é agora que o ritual se inicie."

As Brumas de Avalon

A Senhora da Magia


Não posso remediar erros, se é que foram erros,
cometidos por homens mortos antes que eu nascesse. 


Já tenho muito o que fazer para reparar os
meus próprios erros, e não viverei o suficiente
para vê-los todos reparados. Mas farei o que estiver
ao meu alcance, enquanto eu viver."


As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia

Aine




Há lendas que contam que Aine tinha o poder de se transformar tanto em um cisne branco quanto em uma égua vermelha de nome Lair Derg, e que ninguém conseguia alcançá-la.

Se acreditava também, que na noite do Solstício de Verão, moças virgens, que pernoitassem na colina de Knocknaine, poderiam ver a Rainha das Fadas com toda a sua comitiva. 


O mundo das fadas só se tornava visível pelos portais mágicos, chamados anéis de fada, que eram indicados pela própria Aine.

As Brumas de Avalon





Aine: Aine é uma deusa primária da Irlanda, soberana da terra e do sol, associada ao Sostício de Verão, que sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. 

Seu nome significa: prazer, alegria, esplendor. Ela é irmã gêmea de Grian, a Rainha dos Elfos e era também considerada um dos aspectos da Deusa Mãe dos celtas Ana, Anu, Danu ou Don.

 Juntas Grian e Aine, alternavam-se como Deusas do Sol Crescente e Minguante da Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício.

Os pagãos acreditam que na entrada do Solstício de Verão, todos os Povos pequenos vêm a Terra em grande quantidade, pois é um período de equilíbrio entre Luz e Trevas. 


Se estiver em paz com eles, acredita-se que, ao ficar de pé no centro de um anel-das-fadas é possível vê-los.

 É um período excelente para fazer amizade com as fadas e outros seres do gênero.


Como feiticeira poderosa, seus símbolos mágicos são "A égua vermelha", plantações férteis, o gado e o ganso selvagem .


Esta é uma Deusa-Fada que segundo a tradição celta ajudava os viajantes perdidos nos bosques irlandeses. 

Diziam que para chamá-la bastava bater três vezes no tronco de uma árvore com flores brancas. 

Sempre que se sentir "perdido", faça o mesmo, chame por Aine batendo três vezes no tronco de uma árvore de flores brancas. 

Ela não vai tardar em ajudar.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Uma infusão de bruxa para clarividência


Em um caldeirão com água fervendo, adicione um punhado de cada 3 ervas (picadas)
que têm sido associadas com as artes de adivinhação e profecia. Podem ser:

Folhas de louro,

Milefólio,

Artemísia.

Cubra com uma tampa, e ferva durante 13 minutos.

Levante a tampa do caldeirão e inale profundamente os vapores da bebida borbulhante 3 vezes.
Tome uma respiração normal do ar e, em seguida, mais uma vez profundamente inalar os vapores 3 vezes.

Repita este procedimento por 3 minutos, e se você se permitiu introduzir corretamente um estado psíquico, você pode começar a receber visões proféticas, quer sob a forma de imagens ou símbolos, ou talvez em uma combinação dos dois.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Sou uma Bruxa

Sou uma Bruxa
Com rimas e razões .
Sou mutável como as estações .
A Lua é minha Mãe
E o Sol é o meu Pai,
Junto à Deusa Terra componho o uno.
Sou uma Bruxa, uma criança Pagã.
O espírito livre da Mãe Natureza,
Cresce dentro de mim.
Flui por dentro de mim,
Enrodilhando-me como uma corda enfeitiçada,
Encantando cada sonho que tenho acordada.
Respiro o ar da liberação,
Ardo com o fogo da transformação
Bebo a água da criação.
A magia da terra é a minha conjuração.
Sou uma Bruxa da sombra da luz,
Das Brumas de Avalon e do vôo do corvo.
Sou uma Bruxa que tem orgulho disso reconhecer,
Pois a alma de uma Bruxa.
Não pode morrer.


(Gerina Dunwich)

domingo, 26 de dezembro de 2010

Celebrar a Vida !!!

[...]perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio,
a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola,
a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são;
e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio,
hão de vos responder: É hora de se embriagar!
Para não serdes os martirizados escravos do Tempo,
embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha...
Fernando Pessoa